O núcleo de inteligência da Machine, responsável por levantar, analisar e divulgar dados estratégicos sobre mobilidade urbana e delivery no Brasil.

Software white-label usado por aplicativos de transporte e entregas em todo o país.
Mais de 120 milhões de corridas e entregas realizadas anualmente com tecnologia Machine.
1º a 30 de abril de 2026
Entregas finalizadas por modelo de moto
805 modelos distintos com ano, 120 sem distinção de ano

A CG 160 domina o top 5 em diferentes anos, indicando a preferência dos entregadores.
Mesmo o modelo mais usado fica abaixo de 4% das entregas, sugerindo grande diversidade de motos.
A presença da Mottu Sport 110i aponta expansão de aluguel/assinatura, reduzindo a barreira de entrada para entregadores.
Essa linha soma mais da metade de toda a distribuição. E o modelo CG 160 sozinho representa uma em cada quatro entregas feitas.
Os modelos do ranking têm muitos anos de fabricação, o que aumenta o estoque circulante. Por isso, aparecem com força nesse ranking.
A Honda concentra três quartos de toda a participação, evidenciando um nível de hegemonia raro no mercado. Esse desempenho foi muito impulsionado pela força da linha CG.
A presença da Factor e da Mottu Sport 110i ajuda a explicar o peso de Yamaha e TVS no ranking de marcas, puxadas por modelos específicos com alta participação nas entregas.
Os anos 2025 (11,36%), 2024 (10,67%), 2023 (8,57%) e 2022 (6,21%) juntos somam 37% das entregas, indicando forte peso de motos novas na operação.
Motos fabricadas entre 2010 e 2015 seguem com percentuais sólidos (em geral 3% a 5% por ano), indicando que essa faixa ainda representa uma fatia importante das entregas.
Apesar de percentuais bem menores, ainda há solicitações envolvendo motos de décadas passadas.
Entre as motos usadas, predominam os modelos urbanos; apenas uma parte bem menor é composta por motos de aventura, enquanto as esportivas praticamente não aparecem nesse uso.
Apesar de os veículos elétricos representarem uma parcela pequena das entregas realizadas, os dados indicam um avanço relevante na adoção desse tipo de modal. Na pesquisa anterior, os elétricos correspondiam a apenas 0,02% das entregas, enquanto nesta edição passaram a representar 0,20%. Embora o percentual ainda seja baixo, o crescimento de dez vezes em relação ao levantamento anterior sugere um movimento gradual de expansão, impulsionado principalmente pelo aumento do uso de bicicletas elétricas e veículos autopropelidos, que vêm se consolidando como alternativas mais econômicas e sustentáveis para as entregas urbanas.
A Honda concentra três quartos da participação entre as motos analisadas, desempenho fortemente impulsionado pela força da linha CG.
Com maior participação em 2025 e 2024, os dados mostram um mercado altamente renovado, marcado pela entrada constante de motos mais novas nas solicitações.
O mercado é amplamente guiado pela categoria Urbana, que concentra quase todo o uso, enquanto as demais categorias aparecem apenas de forma secundária.
As entregas são realizadas quase exclusivamente por motos a gasolina/flex, enquanto os modelos elétricos seguem com presença apenas simbólica no segmento.
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